Biblioteca se entrelaça com você
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18237812Palavras-chave:
Texto literário, Manifestação artística, Instrumento político, Expressão criativa, Denúncia social, Materiais pedagógicosResumo
A trilogia poética mergulha na biblioteca como território de tensão e reinvenção, onde o conhecimento não apenas resiste ao silenciamento, mas se projetam como força latente contra a censura e a domesticação das ideias. Ao revelar os bastidores da leitura institucionalizada, os poemas expõem o saber como matéria viva, capaz de provocar rachaduras nos discursos estabelecidos e deslocar certezas. Nesse cenário, o bibliotecário não apenas organiza livros — ele vigia brechas, acende vestígios, preserva aquilo que o tempo ou o poder gostariam de apagar. Cada verso não apenas reflete um ideário cidadão, mas convoca o leitor a reconhecer a força do que tem sido vivido, desafiado, ignorado — esse acervo pulsante que insiste em nos lembrar de quem fomos e ainda podemos ser. Ademais, o leitor, então, não é chamado a apenas folhear, mas a se deixar atravessar — porque quem lê, de verdade, não sai intacto.
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