Relações de poder e crítica à modernidade em O som do rugido da onça, de Micheliny Verunschk: uma leitura à luz dos conceitos de interseccionalidade e colonialidade de gênero

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.22697890

Palabras clave:

Relações de poder; Modernidade; Interseccionalidade; Colonialidade de gênero; Literatura brasileira.

Resumen

Este artículo analiza, a la luz de los debates sobre interseccionalidad y colonialidad del poder, del ser y de género, cómo las relaciones coloniales y sus permanencias se representan en la novela O som do rugido da onça (2021), de Micheliny Verunschk. A partir de la ficcionalización de un episodio histórico del siglo XIX, en el que niños indígenas son retirados de su territorio y llevados a Europa, la narración desplaza la mirada eurocéntrica y reinscribe la experiencia colonial desde la perspectiva de los sujetos subalternizados. Al privilegiar el foco narrativo que acompaña a Iñe-e, una de las niñas secuestradas, la obra pone en evidencia la articulación entre violencia colonial, racialización y jerarquización de género, exponiendo los fundamentos históricos de estas opresiones. Se sostiene que la novela produce una outra historia que tensiona la racionalidad moderna al revelar la colonialidad como una estructura persistente y no como un acontecimiento superado. Al articular críticamente los aportes de la interseccionalidad y del pensamiento decolonial, el estudio demuestra que la narrativa amplía el horizonte interpretativo de las formas literarias contemporáneas al visibilizar el entrecruzamiento estructural de las opresiones y sus efectos sobre los cuerpos y las subjetividades indígenas.

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Biografía del autor/a

Auricélia Moreira Leite, UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB)

Professora de Língua Portuguesa da rede estadual da Paraíba. Doutoranda em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal da Paraíba (PPGL/UFPB), com realização de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) na Universidade de Buenos Aires (2026). Mestre em Linguística pelo PROLING/UFPB.

Moama Lorena Lacerda Marques, UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA (UFPB)

Professora no Departamento de Letras (DL/UFPB), vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL/UFPB). Doutora e Mestra em Literatura. Líder do Grupo de Pesquisa Laboratório de Estudos de Poesia e integrante do Grupo Feminismos e Decolonialidade. Editora da Revista Ártemis.

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Publicado

2026-09-10

Cómo citar

MOREIRA LEITE, Auricélia; LACERDA MARQUES, Moama Lorena. Relações de poder e crítica à modernidade em O som do rugido da onça, de Micheliny Verunschk: uma leitura à luz dos conceitos de interseccionalidade e colonialidade de gênero . Revista Letras Raras, Campina Grande, v. 15, n. 2, p. e7480 , 2026. DOI: 10.5281/zenodo.22697890. Disponível em: https://revistas.editora.ufcg.edu.br/index.php/RLR/article/view/7480. Acesso em: 16 sep. 2026.

Número

Sección

n. 2 - 2026 - Dossiê: Gêneros, sexualidades e corporalidades diversas na literatura latino-americana

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