JERARQUÍAS ESPACIALES Y TRABAJO DOMÉSTICO EN LA VIVIENDA BRASILEÑA

PERMANENCIAS DE LA CASA-GRANDE AL APARTAMENTO MODERNO

Autores/as

  • José Ricardo de Freitas Dias Doutorando em Arquitetura, CIAUD - Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design, Faculdade de Arquitetura, ULisboa - Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal https://orcid.org/0000-0003-3464-080X

DOI:

https://doi.org/10.35572/arql.v4i13.7255

Palabras clave:

jerarquías espaciales, vivienda brasileña, trabajo doméstico, sectorización doméstica, apartamento

Resumen

La vivienda brasileña presenta continuidades estructurales notables en la organización espacial, desde el período colonial hasta el apartamento contemporáneo. Este artículo examina las jerarquías espaciales que estructuran la vivienda urbana de mediano y alto estándar en Brasil, analizando permanencias y transformaciones desde el siglo XVI hasta el XXI. Mediante análisis histórico-tipológico apoyado en revisión bibliográfica crítica, argumentamos que la sectorización tripartita en áreas social, íntima y de servicio materializa estructuras de larga duración vinculadas al trabajo doméstico, la clase, el género y la raza. La casa-grande colonial estableció la matriz organizacional reproducida en la vivienda urbana decimonónica y consolidada en el apartamento modernista, perpetuando la segregación de funciones y personas. Transformaciones recientes, intensificadas a partir de 1990 y aceleradas por la pandemia de Covid-19, indican posibilidades efectivas de ruptura. Concluimos que alteraciones sustantivas en las espacialidades domésticas dependen de transformaciones sociales amplias, no solo de decisiones proyectuales individuales.

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Biografía del autor/a

José Ricardo de Freitas Dias, Doutorando em Arquitetura, CIAUD - Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design, Faculdade de Arquitetura, ULisboa - Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal

José Ricardo de Freitas Dias es arquitecto y urbanista, licenciado en Arquitectura y Urbanismo por la Universidade Santa Úrsula (1986) y licenciado en Derecho por el Instituto de Ciências Jurídicas e Sociais Professor Camillo Filho (2012). Es máster en Desarrollo Urbano por la Universidade Federal de Pernambuco (2001) y posee una especialización en Derecho Público y Derecho Privado por la Universidade Federal do Piauí (2013). En 2013, concluyó el XXVIII Curso de Preparación para la Magistratura – Niveles I y II, obteniendo certificado de perfeccionamiento.

Desde julio de 2024, es miembro colaborador del Centro de Investigación en Arquitectura, Urbanismo y Diseño (CIAUD) de la Facultad de Arquitectura de la Universidad de Lisboa (ULisboa). Actualmente es doctorando en Arquitectura en la misma institución, desarrollando la investigación titulada “Transformación de la Identidad Arquitectónica: Desvelando Alteraciones y Permanencias en los Proyectos de Edificios de Apartamentos Multifamiliares Aislados en Teresina, Piauí (1969–2024)”, que investiga la erosión de la identidad local en la arquitectura residencial verticalizada.

Desde 1988 actúa como responsable técnico en la especialidad de Arquitectura y Urbanismo en la empresa INTERARQ Ricardo Dias Interiores Arquitetura Ltda EPP. Posee los grados académicos de arquitecto y máster reconocidos tanto en Brasil como en Portugal (n.º 320240092445, de 11/04/2024).

Es profesor adjunto, Clase C, Nivel 4, de la Universidade Federal do Piauí (UFPI), donde imparte docencia en los cursos de Arquitectura y Urbanismo e Ingeniería Civil. Sus principales líneas de investigación abarcan la identidad arquitectónica; las transformaciones programáticas, espaciales, materiales y morfológicas; la evolución urbana; y la historia de la arquitectura brasileña, con énfasis en el contexto de Teresina y del estado de Piauí.

     

Citas

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Publicado

2026-04-05

Cómo citar

DIAS, José Ricardo de Freitas. JERARQUÍAS ESPACIALES Y TRABAJO DOMÉSTICO EN LA VIVIENDA BRASILEÑA: PERMANENCIAS DE LA CASA-GRANDE AL APARTAMENTO MODERNO. Revista Arquitectura y Lugar, Campina Grande, v. 4, n. 13, p. 85–98, 2026. DOI: 10.35572/arql.v4i13.7255. Disponível em: https://revistas.editora.ufcg.edu.br/index.php/arql/article/view/7255. Acesso em: 6 abr. 2026.

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