QUÉ HAY TRAS EL MURO
PODER, FE Y MERCADO EN LAS CÁRCELES DE MATO GROSSO
DOI:
https://doi.org/10.35572/arql.v3i11.6476Palabras clave:
prisão, territorialidade, poder, cotidiano, espaço prisionalResumen
Cet article examine le quotidien du Centre de Réinsertion Sociale de Cuiabá (CRC), en analysant comment l’espace carcéral est construit, disputé et vécu par ses différents acteurs. Dans une perspective de géographie critique et de matérialisme historique-dialectique, l’étude propose de lire la prison comme un territoire social marqué par des hiérarchies, des exclusions et des stratégies de survie. La recherche s’appuie sur une observation participante et des entretiens réalisés entre 2010 et 2014. Il ressort que l’absence de l’État est comblée par des institutions religieuses, des économies informelles et des réseaux de pouvoir internes, révélant que la prison est moins un espace de réinsertion qu’une reproduction amplifiée des inégalités sociales brésiliennes. L’article soutient que, derrière les murs, il y a de l’humanité : des routines, des affects et des résistances qui défient la logique de l’enfermement et de l’oubli.
Descargas
Citas
ARRUDA, Raimundo Ferreira de. Por uma geografia do cárcere: territorialidades nos pavilhões do Presídio Professor Aníbal Bruno em Recife – PE. 2006. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Recife, 2006.
BRASIL. Câmara dos Deputados. Lei n. 7.210, de 11 de julho de 1984: institui a Lei de Execução Penal. Brasília: Coordenação de Publicações, 2008. Disponível em: http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/.../c_execucao_penal_1ed.pdf. Acesso em: 20 abr. 2014.
CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Edusp, 2000. 399 p.
CAPEZ, Fernando. Curso de direito penal: parte geral. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. v. 1. 652 p.
CARLOS, Ana Fani Alessandri. O lugar no/do mundo. São Paulo: FFLCH, 2007.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes de fazer. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
CONGRESSO NACIONAL (Brasil). Comissão Parlamentar de Inquérito do Sistema Carcerário: relatório final. Brasília: Centro de Documentação e Informação, [s.d.].
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (Brasil). Mutirão Carcerário: raio-x do sistema penitenciário brasileiro. Brasília: CNJ, 2012. 192 p. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/. Acesso em: Acesso em 14 de maio de 2015.
CUIABÁ (Município). Evolução do perímetro urbano de Cuiabá: 1938 a 2007. Cuiabá: Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, 2007. 74 p. Disponível em: /www.cuiaba.mt.gov.br/upload/arquivo/evolucao_do_perimetro_urbano_de_cuiaba.pdf /. Acesso em: Acesso em 10 de maio de 2025.
CUNHA, Manuela Ivone P. Pereira da. A prisão e as suas novas redundâncias. Minho: Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Direito, 2004.
DELMANTO, Celso. Código Penal comentado. 5. ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2000. 1704 p.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 30. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 291 p.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 15. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2000.
JULIÃO, Elionaldo Fernandes. A ressocialização do estudo e do trabalho no sistema penitenciário brasileiro. 2009. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2006.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Guilherme Rosa de Almeida

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Los autores que publican en esta revista aceptan los siguientes términos:
1. Los autores mantienen los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho de primera publicación, estando la obra licenciada simultáneamente bajo la Licencia Creative Commons Atribución-No Comercial-SinDerivadas 4.0, que permite compartir la obra con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista;
2. Los autores están autorizados a celebrar contratos adicionales por separado, para la distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicado en esta revista (por ejemplo, publicación en un repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista;
3. Se permite y se anima a los autores a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) una vez finalizado el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y la citación del trabajo. trabajo publicado (ver El efecto del acceso abierto);
4. No se recomienda publicar y distribuir el artículo antes de su publicación, ya que esto puede interferir con su revisión ciega por pares.



