QUÉ HAY TRAS EL MURO

PODER, FE Y MERCADO EN LAS CÁRCELES DE MATO GROSSO

Autores/as

  • Guilherme Rosa de Almeida Servidor público do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul IFMS, Docente do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo do IFMS Campus Jardim/MS. Licenciatura em Física pela Universidade Federal de Santa Catarina UFSC (2006); bacharelado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Mato Grosso UFMT (2013); e Licenciatura em Geografia pelo Centro Universitário de Jales UNIJALES (2016). Mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso UFMT (2014); e Especialização em Docência do Ensino Superior (560h) pela Faculdade Luso Capixaba. https://orcid.org/0000-0001-6202-1657

DOI:

https://doi.org/10.35572/arql.v3i11.6476

Palabras clave:

prisão, territorialidade, poder, cotidiano, espaço prisional

Resumen

Cet article examine le quotidien du Centre de Réinsertion Sociale de Cuiabá (CRC), en analysant comment l’espace carcéral est construit, disputé et vécu par ses différents acteurs. Dans une perspective de géographie critique et de matérialisme historique-dialectique, l’étude propose de lire la prison comme un territoire social marqué par des hiérarchies, des exclusions et des stratégies de survie. La recherche s’appuie sur une observation participante et des entretiens réalisés entre 2010 et 2014. Il ressort que l’absence de l’État est comblée par des institutions religieuses, des économies informelles et des réseaux de pouvoir internes, révélant que la prison est moins un espace de réinsertion qu’une reproduction amplifiée des inégalités sociales brésiliennes. L’article soutient que, derrière les murs, il y a de l’humanité : des routines, des affects et des résistances qui défient la logique de l’enfermement et de l’oubli.

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Citas

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Publicado

2025-09-28

Cómo citar

ALMEIDA, Guilherme Rosa de. QUÉ HAY TRAS EL MURO: PODER, FE Y MERCADO EN LAS CÁRCELES DE MATO GROSSO. Revista Arquitectura y Lugar, Campina Grande, v. 3, n. 11, p. 78–88, 2025. DOI: 10.35572/arql.v3i11.6476. Disponível em: https://revistas.editora.ufcg.edu.br/index.php/arql/article/view/6476. Acesso em: 10 ene. 2026.

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