A CIDADE COMO PRÁTICA

CORPOGRAFIA, CIDADE AMBULANTE E MODOS DE HOSPEDAR-SE

Autores

  • Vitor Maciel de Britto Cunha Doutorando em Arquitetura, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura – PROARQ, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU/UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7339-1407

DOI:

https://doi.org/10.35572/arql.v4i13.7318

Palavras-chave:

cidade como prática, corpografia, hospedar-se, cartografia, caminhar

Resumo

Este artigo propõe uma reflexão teórico-crítica sobre a cidade a partir da centralidade do corpo e da experiência vivida, compreendendo o espaço urbano como construção processual produzida nas práticas cotidianas. Em contraposição a abordagens que privilegiam formas, funções e representações abstratas, o texto articula as noções de corpografia, cartografia e caminhar como chaves epistemológicas para a leitura crítica da cidade enquanto lugar vivido. Fundamentado em contribuições da fenomenologia, das teorias do cotidiano e dos estudos críticos do espaço, o artigo compreende o corpo como mediador ativo na produção do espaço e do lugar. A corpografia é abordada como prática situada de inscrição do corpo no espaço, articulada ao método cartográfico. O caminhar e a errância são discutidos como práticas espaciais críticas capazes de revelar dimensões sensíveis, políticas e ordinárias da cidade, contribuindo para repensar o papel do projeto em arquitetura e urbanismo.

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Publicado

05-04-2026

Como Citar

MACIEL DE BRITTO CUNHA, Vitor. A CIDADE COMO PRÁTICA: CORPOGRAFIA, CIDADE AMBULANTE E MODOS DE HOSPEDAR-SE. Revista Arquitetura e Lugar, Campina Grande, v. 4, n. 13, p. 13–22, 2026. DOI: 10.35572/arql.v4i13.7318. Disponível em: https://revistas.editora.ufcg.edu.br/index.php/arql/article/view/7318. Acesso em: 6 abr. 2026.

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